Sábado, Novembro 27, 2010

O aluno Amon Lima fala sobre carreira e música

Um encontro cultural inusitado. O músico Amon Lima, conhecido por seu trabalho com a Família Lima, é apaixonado pela cultura japonesa e estuda na Aliança Cultural Brasil-Japão, cursando atualmente o Básico 2 na unidade Vergueiro.

Amon nasceu em Porto Alegre (RS) e começou a tocar violino aos 4 anos de idade. Talentoso, eclético e criativo, o músico conquistou números significativos na Família Lima: seis discos gravados, um DVD e mais de um milhão de cópias vendidas, com shows em mais de onze países.

Nessa entrevista exclusiva, Amon Lima fala sobre seus métodos do estudo, conta como se interessou em aprender o idioma japonês e adianta seus futuros projetos, que incluem um show no Japão.

Como começou seu interesse pelo Japão?

É engraçado, porque a cultura japonesa de alguma forma sempre me acompanhou. Meu pai implantou no sul do país o Método Suzuki (método de educação musical desenvolvido por Shinichi Suzuki, no Japão). Na infância e na adolescência, sempre gostei de mangá, videogame e animê. Há quase cinco anos, a Yamaha é um dos meus patrocinadores e estou começando uma parceria com a Roland, outra empresa japonesa. Minha tia é chefe de um centro de cultura japonesa em Caxias do Sul e comecei a ter contato com o nihongo pelos meus primos. Aprendi 2 ou 3 palavras e comecei a ter interesse na língua, por isso vim para a Aliança.

O que você acha do curso da Aliança?

A conversação nas aulas acabou me interessando muito. O relacionamento com os colegas é muito bom, todo mundo está estudando, se esforçando. As aulas são muito divertidas e você aprende sem perceber. Estou entendendo bastante coisa, minha sensei é muito divertida, damos risada. As aulas são bem organizadas, estruturadas e frequento o plantão de dúvidas quando sinto necessidade.

E a sua família, o que pensa sobre esse novo desafio?

Nunca passou pela minha cabeça estudar nihongo, e minha família acha legal. É um hobby para mim, porque exige concentração, você acaba esquecendo tudo mais que tem para fazer - eu por exemplo faço lição de casa no avião! Tem muito material disponível para aprender, como aplicativos para Iphone e toda vez que aprendo algo novo, venho falar com a minha sensei. Faço isso porque gosto, o curso é bem completo, e o ritmo muito bom, tanto que estou matriculado para continuar nesse semestre.

Você pretende conhecer o Japão?

Recebi um convite para ir ao Japão pela primeira vez em outubro, estamos vendo os últimos detalhes. Foi confirmada a minha participação no show do Angra no Japão, no Festival "Loud Park" que acontece nos dias 16 e 17 de outubro em Saitama, com outros grandes nomes do heavy metal como Ozzy Osbourne, Korn, Motörhead, Avenged Sevenfold, Amon Amarth, entre outros. Tinha muita vontade de tocar no Japão, os japoneses vibram de forma organizada!

E o que você quer conhecer no país?

Gosto muito da tecnologia, quero conhecer o bairro de Akihabara, em Tóquio. Quero ir num fliperama e também comer muito, porque adoro comida japonesa (inclusive foi tema do meu speech) e vou pesquisar mais e mais sobre o Japão. Tenho vontade de ver o pessoal de quimono na rua. Só não sei se vai dar tempo...

Quais são seus outros projetos musicais?

Tenho o projeto da Família Lima, e além disso o CrossOver, projeto de música eletrônica com o DJ Julio Torres e o Dexterz, com Julio Torres e Junior Lima na percussão. Também toco com Rafael Bittencourt no Bittencourt Project, estamos fazendo gravações em estúdio.

Na sua opinião, por que é importante aprender o japonês?

A educação musical, aliás todo tipo de aprendizado em arte, assim como a língua, são muito parecidos. Música é como se fosse uma língua nova, estrangeira. Toda essa atividade faz bem para o espírito, deixa a mente mais ágil, sociabiliza e possibilita novas descobertas. O japonês é bem mais fácil do que parece, e para falar, acho até mais fácil que inglês. A Aliança superou minhas expectativas e surpreendeu. Recomendo a todos que querem aprender o idioma!

Quinta-feira, Novembro 25, 2010

Aliança promove cursos intensivos de férias e abre inscrições

 Já estão abertas as inscrições para os cursos de japonês da Aliança Cultural Brasil-Japão, ministrados nas unidades São Joaquim e Vergueiro. Para 2011, a ACBJ está com matrículas abertas para os cursos intensivos de férias (em janeiro) e para os cursos regulares do primeiro semestre de 2011 (início em fevereiro).

Os Cursos Intensivos de Férias possuem uma frequência diferenciada, acelerando o aprendizado da língua japonesa (o aluno completa um módulo em apenas um mês). Há várias opções de horários (manhã, tarde ou noite).

Os Cursos Intensivos são  oferecidos  ao  nível  básico  e  as  aulas acontecem de 05 a 31 de janeiro, de segunda à sexta, nas unidades Vergueiro e São Joaquim. As aulas são dinâmicas, atraentes e objetivas e também abordam aspectos culturais do Japão. A metodologia da Aliança possibilita a prática da conversação em japonês desde a primeira aula.

Sobre a Aliança
A Aliança Cultural Brasil-Japão, criada em 1956, é considerada a maior escola de japonês da América Latina, com mais de 1500 alunos. É uma associação sem fins lucrativos fundada pelo poeta Guilherme de Almeida (primeiro presidente da entidade) com o objetivo de desenvolver o intercâmbio cultural ente o Brasil e o Japão, através da promoção de cursos de línguas japonesa e portuguesa, artes japonesas e literatura, sempre aliando metodologias inovadoras e pioneiras a um corpo docente formado por especialistas

Informações:
Unidade Vergueiro
Rua Vergueiro, 727 – 5º Andar
LIberdade - São Paulo – SP
Tel.: (11) 3209-6630

Unidade São Joaquim
Rua São Joaquim, 381 – 6º Andar
LIberdade - São Paulo – SP
Tel.: (11) 3209-9998

Crianças aprendem cultura japonesa


Os alunos do Curso Juvenil da Aliança Cultural Brasil-Japão mostram que aprender o idioma japonês e a cultura japonesa sempre é divertido, ainda mais em grupo! As aulas, ministradas pela professora Keika Natsumeda, utilizam o idioma japonês como uma ferramenta para o aluno desenvolver e melhorar suas habilidades de comunicação em japonês.

As aulas são dinâmicas e animadas, com atividades diversificadas e lúdicas, que levam a desenvolver competências para comunicação oral (ênfoque principal da escola) e também a escrita e mesmo a hora do lanche, os alunos aprendem como são os hábitos dos japoneses, utilizando palavras como "itadakimasu" (antes da refeição) e "gotissosama deshita" (após a refeição).

 “Pode parecer algo até comum para quem mantém esses hábitos tradicionais na família, porém atualmente muitos alunos não possuem ascendência japonesa, ou não tem esse costume na família. Por isso é importante divulgarmos essas tradições nas aulas e compartilhar a cultura japonesa”, explica a professora Yoko Nakaema.

Pesquisa mostra perfil dos alunos da Aliança

A Pesquisa de Satisfação dos Alunos da Aliança Cultural Brasil-Japão, referente ao primeiro semestre de 2010, coordenada por Yoko Nakaema com a colaboração de Mizue Belisle e Silvia Morishita, reúne dados sobre a opinião dos alunos da entidade. A pesquisa é realizada desde 2007.

De acordo com os resultados da pesquisa, 79% dos nossos alunos cursam ou concluíram o ensino superior. Quanto ao interesse por outras línguas, 31% dos alunos falam inglês e 8%, espanhol. Um dado importante a destacar é que 71% dos alunos da ACBJ possuem ascendência japonesa e 29% não são descendentes (percentual que tem aumentado a cada ano).

A pesquisa mostra também que a média de idade dos alunos é jovem: 45% dos alunos declaram-se estudantes, e 36% funcionários (rede pública ou privada). Ainda de acordo com o estudo, 72% dos alunos conheceram a Aliança por indicação de amigos, familiares e conhecidos e 17% por meio da internet, índice que há dois anos chegava a apenas 8%.

Entre a motivação para estudar o idioma japonês: ser descendente, gostar da língua e da cultura japonesa, viagem ao Japão, estudos no Japão, necessidade profissional e interesse por animês e mangás são os motivos mais citados pelos alunos.

Quanto à avaliação do curso, 44% dos alunos consideram o nível de conversação excelente, e 28% consideram ótimo. Em leitura, 30% consideram o curso excelente, e 33%, avaliam como bom. Em escrita, 35% avaliaram o nível como excelente, e 32%, ótimo.

87% dos alunos responderam que os professores incentivam os alunos e 97% consideram que as aulas são dinâmicas e bem elaboradas. 24% avaliam o material didático como excelente, 37% como ótimo e 28%, como bom. Alguns pontos a melhorar, levantados pela pesquisa, seriam as apostilas do curso e a informatização das unidades.

“Consideramos esses estudos importantes, e o principal é mostrar esse resultado aos alunos, para que todos contribuam para a melhoria do ensino da Aliança Cultural Brasil-Japão”, aponta Jaqueline Mami Nabeta, diretora geral de ensino da entidade.

Novo curso da Aliança: “Origami para Brincar”


Dezembro é época de férias e merecido descanso para as crianças. Pensando nisso, a Aliança Cultural Brasil-Japão criou um curso dedicado especialmente para esse público.

O curso “ORIGAMI PARA BRINCAR” ensina as crianças a criarem seus próprios brinquedos em origami, possibilitando diversão e brincadeiras garantidas. As turmas começam nos dias 06 e 13 de dezembro, na unidade Vergueiro. Novas turmas estão planejadas para janeiro de 2011.

“Esse curso foi planejado para crianças no mês de dezembro, quando algumas já estarão de férias e é voltado para crianças de 7 a 10 anos de idade”, explica a professora Mari Kanegae, idealizadora do projeto.

Confira o cronograma dos origamis  ensinados no curso Origami para Brincar:
1ª aula - borboleta que bate asas, borboleta que gira, barco a vela, cachorro, macaco que sobe a montanha, quepe de soldado ou carteira, raposa que abre a boca
2ª aula: estalo, vira-cambalhota, grilo que pula, capacete do samurai, barco mágico, multi-faces, unha de bruxa
3ª aula: avião, moldura para desenho, balão, dedoche (bichinhos), catavento
4ª aula: avião 2, sapo que pula, chinelo com jornal, máquina fotográfica, pato falador, pipa
(As figuras podem sofrer alterações de acordo com a dinâmica do grupo)

Curso
ORIGAMI PARA BRINCAR
Profa. Mari Kanegae
Unidade Vergueiro
Data: 06 a 09/12 (segunda a quinta)
Horário: 10h00 ~ 11h30
Data: 13 a 16/12 (segunda a quinta)
Horário: 14h00 ~ 15h30

Faixa Etária: dos 7 a 10 anos
Curso: R$ 100 (taxa novos alunos ACBJ: R$30)
Material: R$ 4 (bloco de papel com 50 fls)

Sobre a Aliança
A Aliança Cultural Brasil-Japão, criada em 1956, é considerada a maior escola de japonês da América Latina, com mais de 1500 alunos. É uma associação sem fins lucrativos fundada pelo poeta Guilherme de Almeida (primeiro presidente da entidade) com o objetivo de desenvolver o intercâmbio cultural ente o Brasil e o Japão, através da promoção de cursos de línguas japonesa e portuguesa, artes japonesas e literatura, sempre aliando metodologias inovadoras e pioneiras a um corpo docente formado por especialistas

Informações:
Unidade Vergueiro
Rua Vergueiro, 727 – 5º Andar
LIberdade - São Paulo – SP
Tel.: (11) 3209-6630

Cursos intensivos de japonês começam em janeiro

A Aliança Cultural Brasil-Japão está com inscrições abertas para os cursos intensivos de férias (em janeiro) e para os cursos regulares do primeiro semestre de 2011 (início em fevereiro).

Os Cursos Intensivos de Férias possuem uma frequência diferenciada, acelerando o aprendizado da língua japonesa (o aluno completa um módulo em apenas um mês). Há várias opções de horários (manhã, tarde ou noite).

Os Cursos Intensivos são  oferecidos  ao  nível  básico e as aulas acontecem de 05 a 31 de janeiro, de segunda à sexta, nas unidades Vergueiro e São Joaquim. As aulas são dinâmicas, atraentes e objetivas e também abordam aspectos culturais do Japão. A metodologia da Aliança possibilita a prática da conversação em japonês desde a primeira aula.

Alunos de outras nacionalidades aprendem japonês

O interesse pela cultura e pela língua japonesa reúne apaixonados de todas as nacionalidades. Entre seus mais de 1.500 alunos, a Aliança Cultural Brasil-Japão conta com estudantes brasileiros e também com alunos vindos da França, México, Chile, Taiwan e Coreia, entre outros países, todos com um objetivo comum: aprender o idioma japonês.

Aluna do Básico 1, a mexicana Marisol Villegas Hernandez casou-se com um japonês e mudou-se para o Brasil há dois anos. “Tinha estudado o idioma no México, porque é importante para a comunicação com o meu marido. Lá o método era muito diferente, as aulas eram diárias e mais voltadas para a escrita, mas eu preciso de conversação! Por isso gosto das aulas da Aliança”, explica.

Já a aluna Maria Tapia nasceu no Chile e mora no Brasil há três anos, cursando a Faculdade de Tradução e Interpretação. Pesquisando na internet, escutando músicas e assistindo doramas (novelas japonesas), acabou se interessando pelo idioma. Antes de estudar na Aliança, Maria aprendeu sozinha o hiragana (alfabeto japonês).  “As aulas são muito legais, dinâmicas e interessantes”, afirma a aluna, que está no Básico 2 e pretende fazer pós graduação no Japão.

Recém-chegada ao Brasil, a francesa Raphaelle Theres Cheniere cursa o Básico 1. Há cinco meses no país, uma das suas primeiras providências foi matricular-se na Aliança. “Um dos meus melhores amigos na França falava japonês e me apresentou aos doramas. Me apaixonei imediatamente! Queria entender o que as pessoas falam nas novelas e resolvi aprender o idioma!”, lembra Raphaelle.

“Acho legal o método da Aliança, é eficaz, aprende-se muito rápido, as aulas são engraçadas e agradáveis. Além disso, a sensei é muito animada e alegre”, complementa a aluna.  “A cultura japonesa é totalmente diferente de tudo que conhecemos na Europa. Os japoneses convivem com um mundo em alta velocidade, mas ao mesmo tempo, sabem parar e retomar seu tempo”, explica Raphaelle, que sonha em ir ao Japão.

A aluna Marisol Hernandez já teve a oportunidade de ir ao Japão. “Gosto de tudo, sou uma fã da história do país e das artes como cerâmica e ikebana. A cultura japonesa é diferente de todas as outras. Os japoneses pensam muito nos outros, aliás, pensam primeiro no outro e depois em si mesmos. Para os estrangeiros, isso é muito fascinante!”, finaliza Marisol.

Quinta-feira, Novembro 11, 2010

HOTMA comemora 25 anos com festa no Centro de Convenções Rebouças

A HOTMA arquitetura de Eventos celebra seu Jubileu de Prata em 2010. O destaque foi a festa de comemoração realizada no dia 26 de outubro no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, reunindo público de 300 convidados.
A cerimônia de abertura foi comandada pelo mestre de cerimônias Alonso Garrote e teve como destaque a presença ilustre de FUKURO, o mascote da HOTMA, em sua primeira apresentação ao público.
Criado com a inovadora tecnologia 3D, o coruja FUKURO é o novo mascote da Hotma. Em japonês, FUKURO quer dizer “coruja”. Mas também significa fortuna, boa sorte, felicidade, e pode até ser entendido como mãe.
Além de mostrar vídeos com depoimentos dos clientes, uma atração especial da cerimônia foi o show de tambores japoneses (taiko) do grupo Ryukyu Kôku Matsuri Daikô. Durante o coquetel, foram sorteados um cruzeiro marítimo para duas pessoas, um microsystem e uma calculadora cientifica.
“No começo éramos em apenas quatro pessoas, passamos para os 46 funcionários de hoje e juntos somamos um contigente de 250 colaboradores, com capacidade de trabalho para mais de 900 empresas ao longo dos últimos anos. Tenho orgulho em dizer que da HOTMA surgiram vários profissionais com destaque no setor e várias empresas também”, comenta Getúlio Tamada, diretor da HOTMA.
A festa aproveitou para comemorar os 10 anos da HOTSIGN, empresa de sinalização e logotipia do grupo e o primeiro ano da HOTMACON, outra empresa do grupo, que tem como foco o trabalho nos mega-eventos.

Sobre a Hotma
A Hotma busca a excelência da qualidade e é reconhecida por ter uma equipe extremamente capacitada e atenciosa, dedicada ao extremo em todos os projetos. Foi fundada em 1985 com uma única funcionária, em um escritório pequeno e simples, de apenas 30 metros quadrados.
Atuando no mercado de eventos com foco no segmento técnico-cientifico e empresarial, a HOTMA é uma das principais empresas do setor, referência do mercado e dona de vários prêmios, atestando a qualidade dos serviços executados por seus mais de 200 colaboradores.
Sediada na zona Oeste de São Paulo, em uma área de 4.200 metros quadrados, a HOTMA concentra sua infra-estrutura administrativa, comercial e técnica com seu parque fabril em um único ponto, o que viabiliza a execução de todos os trabalhos contratados com qualidade e agilidade.
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